Era suposto eu fazer dieta, por mim e pelo D.
Por mim, porque estou a ganhar muito peso, e torna-se difícil o meu corpo conseguir lidar com tanto peso.
Pelo D. porque ele está grande, em 4 semanas passou do percentil 50 para o 90! Com 33 semanas ele pesava 2,5kg, o que é muito bom.
Assim, estou a fazer a dieta como se fosse diabética, como muitas vezes ao longo do dia, o problema é que nos últimos dias tem sido difícil fazer esta dieta. Estou sempre com fome, nada me satisfaz!
Que seca!!
Alguém tem ideias de como é que hei-de fechar a boca? De maneira a que não tenha fome, é claro!
quinta-feira, 10 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Corte e Costura
Pois é, tenho andado muito ausente aqui deste canto, mas isto de ter uma criança a crescer dentro de mim absorve-me muito o tempo e principalmente o pensamento.
Felizmente, tem corrido tudo lindamente.
Há cerca de 1 mês que já estou em casa, fazer 100 km por dia e já com umas contracções não faz nada bem, por isso a Dra. mandou-me para casa.
O D. está a crescer e, aparentemente, saudáuvel. Os meus dias têm sido a ultimar as coisas para o nascimento do tão esperado D.
Ontem fiz uma bolsa para guardar as chuchas dele.
Tudo com produtos da Retrosaria, desde o feltro, ao galão, à própria máquina de costura! Para não falar dos ensinamentos da Rosa Pomar.
Também já acabei a camisola e as botinhas que andava a fazer para o D., em tricot.
Adorei tornar a fazer tricot, já não o fazia talvez há uns 6 anos, e já nem me lembrava bem.
Diverti-me imenso!
Felizmente, tem corrido tudo lindamente.
Há cerca de 1 mês que já estou em casa, fazer 100 km por dia e já com umas contracções não faz nada bem, por isso a Dra. mandou-me para casa.
O D. está a crescer e, aparentemente, saudáuvel. Os meus dias têm sido a ultimar as coisas para o nascimento do tão esperado D.
Ontem fiz uma bolsa para guardar as chuchas dele.
Tudo com produtos da Retrosaria, desde o feltro, ao galão, à própria máquina de costura! Para não falar dos ensinamentos da Rosa Pomar.
Também já acabei a camisola e as botinhas que andava a fazer para o D., em tricot.
Adorei tornar a fazer tricot, já não o fazia talvez há uns 6 anos, e já nem me lembrava bem.
Diverti-me imenso!
domingo, 16 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Força P.
Hoje estou um bocadinho em baixo.
Comigo e com a minha família está tudo bem, mas ontem soubemos que um amigo nosso infelizmente teve um acidente de automóvel, daqueles mesmo estúpidos, e que felizmente sobreviveu, mas ficou com umas sequelas.
Eles tiveram o cuidado de vir de táxi para casa, para não correrem riscos de conduzir o carro embriagados, e tiveram uma porcaria de um acidente!!!
Esta vida prega-nos cada rasteira… temos mesmo de ter muita, muita força, levantarmo-nos e continuar a vida.
Pensamento positivo é o que tento ter, mas infelizmente não consigo pensar em mais nada desde que soube da notícia.
O nosso pensamento e amizade estão contigo P.
Com a ajuda dos médicos, família e amigos eu sei que vais conseguir ultrapassar este obstáculo, talvez o maior da tua vida, mas tu tens força e capacidade para o conseguir ultrapassar.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Ano Novo
Cá por casa o Ano de 2010 foi um ano cheio de mudanças e novidades.
E pelo que se tem visto até agora todas boas.
O maridão mudou de emprego, e pelo que se tem visto foi uma boa mudança.
A família felina aumentou, com uma gata maluca, mas cheia de mimo para dar, a Sra. Dona Mika.
Eu lá recuperei psicologicamente da perda da nossa estrelinha e já está em produção aqui no meu forno portátil, uma nova estrelinha, o D.
O D. tem crescido a olhos vistos, ou antes, a ecografias-vistas, e à barriga desarmada.
A pança por esta altura está enoooorme, e recomenda-se. :)
O meu mano também se encontra a produzir uma estrelinha, que também está a crescer a um bom ritmo.
E no nosso grupo de amigos nasceram imensas crianças, uma mais bonita que a outra, uma mais perfeita que a outra. Todas lindas e maravilhosas.
Por isso, se a crise existe é só na cabeças das pessoas, a realidade é que nada nos é dado de mão beijada, todos temos de fazer pela vida, e ultrapassar os obstáculos, e de preferência fazê-lo acompanhados de quem nos ama e quer bem.
Assim, desejo-vos a todos um feliz ano novo.
E que o próximo seja ainda melhor que o anterior.
Obrigada a todos os que contribuiram para o meu feliz 2010.
E pelo que se tem visto até agora todas boas.
O maridão mudou de emprego, e pelo que se tem visto foi uma boa mudança.
A família felina aumentou, com uma gata maluca, mas cheia de mimo para dar, a Sra. Dona Mika.
Eu lá recuperei psicologicamente da perda da nossa estrelinha e já está em produção aqui no meu forno portátil, uma nova estrelinha, o D.
O D. tem crescido a olhos vistos, ou antes, a ecografias-vistas, e à barriga desarmada.
A pança por esta altura está enoooorme, e recomenda-se. :)
O meu mano também se encontra a produzir uma estrelinha, que também está a crescer a um bom ritmo.
E no nosso grupo de amigos nasceram imensas crianças, uma mais bonita que a outra, uma mais perfeita que a outra. Todas lindas e maravilhosas.
Por isso, se a crise existe é só na cabeças das pessoas, a realidade é que nada nos é dado de mão beijada, todos temos de fazer pela vida, e ultrapassar os obstáculos, e de preferência fazê-lo acompanhados de quem nos ama e quer bem.
Assim, desejo-vos a todos um feliz ano novo.
E que o próximo seja ainda melhor que o anterior.
Obrigada a todos os que contribuiram para o meu feliz 2010.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Há dias assim
Há dias assim!
Há dias em que mais valia não sair da cama, ficar a dormir o dia todo.
Mas com esforço lá me levantei da cama, com dores horríveis e segui minha vida normalmente.
Hoje foi dia de montar a árvore de Natal, mas com as dores horríveis e se calhar com o meu mau humor à mistura, a coisa não correu muito bem, e acabou em "discussão" com o maridão.
Enfim, lá montamos a árvore de Natal.
As dores não passam, nem o mau humor, e o tempo horrível também não ajuda.
Enfim, melhores dias virão, espero.
Mais valia ter ficado na cama.
Há dias assim!
Há dias em que mais valia não sair da cama, ficar a dormir o dia todo.
Mas com esforço lá me levantei da cama, com dores horríveis e segui minha vida normalmente.
Hoje foi dia de montar a árvore de Natal, mas com as dores horríveis e se calhar com o meu mau humor à mistura, a coisa não correu muito bem, e acabou em "discussão" com o maridão.
Enfim, lá montamos a árvore de Natal.
As dores não passam, nem o mau humor, e o tempo horrível também não ajuda.
Enfim, melhores dias virão, espero.
Mais valia ter ficado na cama.
Há dias assim!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Gatos!
E é este lindo espectáculo toda a noite e de manhã quando acordamos.
O gato maior que temos, o Faísca, acha que é pequenino e teima em dormir agarrado a mim, de preferência entre as nossas almofadas.
A Tufa, a gata do meio, não acha grande piada em dormir em cima da cama, mas assim que acordamos salta para cima da cama a miar e a pedir festas. Às vezes nem consigo chegar à luz do candeeiro da mesa-de-cabeceira com a menina Tufa no caminho.
A Mika, a mais pequenina, acha que o sítio ideal para dormir é mesmo encostada às nossas pernas, felizmente por cima das mantas, mas tem de ser encostada a um de nós.
E é isto que temos. Uma festa todos os dias! J
Entretanto, ontem descobri que o Faísca tem uma paixão qualquer por azeitonas. Uma amiga minha já me tinha dito que um dos gatos dela adorava, mas ainda não tinha visto o espectáculo ao vivo.
É bonito de se ver.
Ontem tirei umas azeitonas do frasco para um prato, para o meu jantar. E devem ter caído umas pingas do líquido para a bancada da cozinha, e eu como não me apercebi, não limpei.
Fui jantar, estava eu a jantar e olhei para cima da bancada. Então lá estava o Sr. Faísca de volta da bancada. Roçava-se todo, com o focinho, na bancada. Nunca o tinha visto naquelas figuras, parecia que se estava a drogar, tipo “snifar droga”. Levantei-me e limpei a bancada para acabar com aquele espectáculo.
Acabei de jantar, arrumei e limpei a cozinha e fui para a sala “tratar” da minha lareira.
Quando lá chego, fui dar com o Faísca noutras figuras lindas! No cesto da lenha, eu tinha uns galhos de ramo de Oliveira, que o meu querido Pai me trouxe da terra para ser mais fácil acender a lareira. Então, não é que o raio do gato estava-se a roçar todo no ramo de oliveira, à semelhança do que tinha feito na bancada!!!!
Lá tive de colocar os ramos de oliveira mais para baixo, para o gato não se aleijar e parar com aquele espectáculo!
Isto é normal?
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Almofada em Patchwork
Este fim-de-semana foi mais um em que eu fui a um workshop na Retrosaria.
E devo-vos dizer que adoro, todos e cada um dos workshops que lá fiz. Venham mais!
Este workshop era como fazer uma almofada usando a técnica de patchwork.
Adorei. Simplesmente adorei. Adorei pela sua simplicidade, pelo convívio e pelo resultado final.
Ei-la.
Como sobraram tecidos, e a Rosa deixou-nos ficar com eles, no Domingo lá ganhei coragem e tentei fazer qualquer coisa com os restos de tecidos.
Usando os tais tecidos, uma camisa de flanela velha para dar consistência à coisa, e um bocado de ganga (esta ganga também tirada dumas calças velhas) para ser as costas.
E aqui está.
Falta ainda dar uns toques finais, acho que se chama acolchoar.
Depois mostro como ficou o resultado final.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Um desafio
Um dos blogs que sigo é A Tasca da Cenourita. Eu gosto muito deste blog, porque a autora dele tem pelo menos uma coisa que adoro. Ela adora animais, e tem 4 gatos!
Eu adoro gatos!
E ainda escreve duma forma maravilhosa, e tem receitas muuuuuito boas.
Assim, um destes dias a Cenourita publicou um desafio, e eu participei.
Era engraçado, metia conversa entre humanos e gatos. Disso eu ainda percebo, e pronto lá enviei a minha participação.
Este desafio inclui-a presentes para todos os partipantes.
Então, hoje fui aos correios levantar o meu presente.
Ei-lo.
Uma cenoura! O que será?
Hmmm.....
Um saco!!! Lindo!!!
E o outro embrulho o que será?
Uma base com um gato!! Maravilhoso!
E ainda!
Uma carta! Sim uma carta escrita à mão.
Já nem sei há quantos anos não recebia uma carta escrita à mão.
E esta carta é especila, foi escrita por um gato chamado Napoleão!!!
Obrigada Napoleão! Obrigada Cenourita!
Eu adoro gatos!
E ainda escreve duma forma maravilhosa, e tem receitas muuuuuito boas.
Assim, um destes dias a Cenourita publicou um desafio, e eu participei.
Era engraçado, metia conversa entre humanos e gatos. Disso eu ainda percebo, e pronto lá enviei a minha participação.
Este desafio inclui-a presentes para todos os partipantes.
Então, hoje fui aos correios levantar o meu presente.
Ei-lo.
Uma cenoura! O que será?
Hmmm.....
Um saco!!! Lindo!!!
E o outro embrulho o que será?
Uma base com um gato!! Maravilhoso!
E ainda!
Uma carta! Sim uma carta escrita à mão.
Já nem sei há quantos anos não recebia uma carta escrita à mão.
E esta carta é especila, foi escrita por um gato chamado Napoleão!!!
Obrigada Napoleão! Obrigada Cenourita!
domingo, 7 de novembro de 2010
Emoções - Parte 2
No Domingo foi dia de descansar, dormir até às tantas!
Ronha de manhã, pequeno-almoço às tantas!
Lá almoçamos e fomos às compras.
Estavamos nós a sair do Modelo, o maridão já no carro com as compras e eu lá fui arrumar o carrinho no sítio devido, qual não é o meu espanto quando sinto o bebé novamente, mas desta vez bastante à superfície, tão à superfície que dava para o sentir de fora, dava para sentir a pressão que ele estava a fazer contra a minha barriga.
Fui rapidamente ter com o maridão para ele também sentir, ele colocou a mão na minha barriga, no local que eu lhe indiquei e ele também sentiu o nosso filho!
Ficou com aquela cara que só os pais conseguem fazer pelos seus filhos, quando os filhos fazem algo extraordinário.
E lá viemos para casa de coração cheio por uma pessoa tão pequenina ainda mas que já ocupa tanto espaço.
Bom, muito bom!
Ronha de manhã, pequeno-almoço às tantas!
Lá almoçamos e fomos às compras.
Estavamos nós a sair do Modelo, o maridão já no carro com as compras e eu lá fui arrumar o carrinho no sítio devido, qual não é o meu espanto quando sinto o bebé novamente, mas desta vez bastante à superfície, tão à superfície que dava para o sentir de fora, dava para sentir a pressão que ele estava a fazer contra a minha barriga.
Fui rapidamente ter com o maridão para ele também sentir, ele colocou a mão na minha barriga, no local que eu lhe indiquei e ele também sentiu o nosso filho!
Ficou com aquela cara que só os pais conseguem fazer pelos seus filhos, quando os filhos fazem algo extraordinário.
E lá viemos para casa de coração cheio por uma pessoa tão pequenina ainda mas que já ocupa tanto espaço.
Bom, muito bom!
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